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Apaixonante Veneza

Pelas suas vielas e canais.

Fui de carro à Veneza e escolhi estacionar na Ilha de Tronchetto. De Tronchetto você chega em Veneza rapidamente com o People Mover (trem), que te leva até a Piazzale Roma.

Veneza é toda cortada por 150 canais e possui 409 pontes que interligam a cidade. Assim que saí da praça, atravessei a Ponte della Costituzione e andei pela Fondamenta Santa Lucia até encontrar um passeio de gôndola. O passeio custou 80 euros (baixa estação) para 6 pessoas, por 30 minutos.

A hora do entardecer é ideal para esse clássico passeio de gôndola, quando os canais ficam coloridos em tons de rosa em uma atmosfera super romântica.

Dezembro é o mês em que o dia é mais curto: o sol se põe por volta das 16:30.

Os gondoleiros costumam ser muito simpáticos e vão explicando fatos e curiosidades sobre Veneza e as gôndolas. Os gondoleiros costumam usar uma roupa característica: calça preta, blusa listrada em preto e branco e chapéu típico. Como estava bem frio, o meu gongoleiro usou apenas um cachecol listrado. Fair enough!

Depois do passeio de gôndola desci a Rio Tèra Lista di Spagna e explorei as ruelas do bairro Cannaregio, onde fiquei hospedada. Fui comprar souvenirs e os italianos me alertaram sobre a importância de não comprar lembranças falsificadas de vendedores informais. Procure pelos produtos originais e artesanato feito pelos locais (é um pouco mais caro, mas você vê a diferença nos detalhes).

Lembrando que em Veneza há uma taxa de turista que varia de acordo com o tipo de hospedagem que você escolher. Eu paguei 3 euros por pessoa por ter ficado em um apartamento alugado durante a baixa estação.

No segundo dia fui andando pelas ruelas da cidade em direção ao Canal Grande com seus 3800 metros de comprimento. O labirinto de ruas me levou até a Ponte Rialto, onde tive a sorte de ver um desfile de gondoleiros vestidos de Papai Noel.

Continuei entrando em cada ruela possível até chegar na Piazza San Marco, “O Salão mais Bonito da Europa” segundo Napoleão Bonaparte. A praça é o lugar mais baixo de Veneza, por isso, quando há “acqua alta”, é o primeiro lugar a inundar.

Os edifícios mais importantes da praça são a Basílica de São Marcos, o Palácio Ducal, o Museu Correr, o Campanile (o campanário da basílica) e a Torre dell’Orologio.

No canal que fica em um dos lados do Palazzo Ducale, podemos avistar a famosa Ponte dei Sospiri (Ponte dos Suspiros). O curioso nome não é nada romântico, já que os presos, ao serem levados para as respectivas celas, soltavam um suspiro ao olhar uma última vez para a paisagem de Veneza, através das minúsculas janelas da ponte.

A parada final foi na Riva degli Schiavoni, onde ficam concentrados a maior parte dos gondoleiros. Escolhi usar o vaporetto, que faz o papel dos ônibus urbanos percorrendo o Grand Canal, na volta para a Ilha de Tronchetto. Esse tipo de transporte é mais caro que o trem, sendo 7,50 euros válidos durante 60 minutos, mas valeu a pena.

Peguei a Linha S. Zaccaria até Tronchetto e acabei fazendo um passeio panorâmico pela cidade, já que o barco atravessa toda a área externa da cidade.

Não há nada igual a Veneza e eu posso dizer que se perder nas ruelas estreitas e encontrar locais inusitados foram os pontos altos dessa viagem!

Axé!

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