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Córdoba, Andaluzia

Córdoba exala beleza!

Saímos de trem de Madri com destino a Córdoba. Chegamos a noite na cidade e fomos direto para o Hotel Gonzales, onde eu e a família ficamos hospedados. A acomodação em si é bem ruim, mas fui surpreendida com uma dança e música flamenca ao vivo na área externa do restaurante que faz parte do hotel.

Na manhã seguinte fui visitar a Grande Mesquita de Córdoba que, após a reconquista da cidade pelos monarcas católicos, foi transformada em uma enorme catedral renascentista, preservando diversos traços arquitetônicos da mesquita original. E é justamente isso que intriga tantos turistas ao redor do mundo: o exemplo raro de convivência cultural e religiosa.

O bilhete custa 10€ só para a Mesquita-Catedral. As crianças pagam meio bilhete a partir dos 10 anos. 

Por onde olhar, encontrará detalhes incríveis!

Dentro da Mesquita-Catedral estão cerca de 865 arcos e colunas nas cores vermelho e branco. Eu andei por horas sem parar de dizer: que coisa linda! Você também encontra os chamados mihrabs, diversas inscrições do Alcorão em árabe e espaços dedicados aos santos católicos.

Na lateral da Mesquita-Catedral, passando por uma antiga porta da cidade – Puerta del Puente, está a Ponte Romana do séc.I, que liga os dois lados da cidade, passando por cima do rio Guadalquivir.

No final da ponte, no extremo sul, encontra-se a Torre de Calahorra. Eu não atravessei a ponte e decidi ir conhecer o centro histórico, já que o tempo estava contado.

A ponte foi construída no século I e reformada recentemente.

Me perder pelas ruas estreitas do Centro Histórico foi a melhor pedida. Aproveitei para observar cada residência, hospedaria, loja, restaurantes e suas flores na fachada.

As comidas expostas nas lanchonetes dão água a boca!

Sanduiche de presunto de parma. Um must para quem visita a Espanha.

A agradável caminhada me levou até a uma das antigas portas de entrada do centro histórico de Córdoba: a Puerta de Almodóvar (vale ressaltar que esse nome não tem nenhuma relação com o cineasta espanhol).

Segui a pé passando pelo Jardin de la Agricultura, depois o bonito Jardin del Duque de Rivas (onde encontrei várias árvores lotadas de tangerinas) e, por fim, o Jardin de la Victoria, onde fica o Mercado Victoria. Aproveitei para conhecer o espaço gourmet e comer as famosas tapas.

Para os amantes de azeitona essa é mais uma pedida obrigatória.

A próxima parada foi buscar o carro alugado na rodoviária e conhecer mais uma cidade espanhola.

Axé!

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