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Londres, baby!

A terra da rainha!

A viagem começou bem por conta da hospedagem, mais distante do centro, no confortável e lindo Corus Hotel Hyde Park Check-in feito, saí para conhecer o Hyde Park, que fica localizado logo em frente ao hotel. Como eu estava com duas amigas, eu topei andar pelo parque, sentar na grama e observar o movimento daquele monte de gente aproveitando o sol.

A estátua de bronze de Peter Pan está localizada em Kensington Gardens, próximo ao Hyde Park. A localização exata foi escolhida pelo autor de Peter Pan, J.M. Barrie. Barrie morava perto de Kensington Gardens e publicou sua primeira história de Peter Pan em 1902, usando o parque como inspiração.

De lá, parti de metrô, declarado meio de transporte oficial de locomoção, para conhecer a cidade.

A primeira parada foi no National Portrait Gallery, uma galeria de arte gratuita com uma das maiores coleções de arte ocidental do mundo. Encontrei Van Gogh, Monet, Da Vinci, Michelangelo e mais por lá.

Após uma breve caminhada, cheguei no Picadilly Circus, local onde se encontram quatro grandes avenidas da cidade, famoso por seus grandes outdoors luminosos com propagandas. O bairro ainda conta com muitos bares, restaurantes e lojas com preços acessíveis.

Passei pela rua Haymarket, onde se localiza o The Phantom of the Operae sua famosa apresentação do Fantasma da Ópera.

Por fim, cheguei no The Green Park e seu vizinho, o St. James’s Park, o mais antigo dos parques reais de Londres. O mais bacana do local é encontrar os esquilos caminhando tranquilamente entre os pedestres.

Modelando!

Através de ambos os parques se chega ao famoso Bunckingham Palace, mundialmente conhecido por ser a residência oficial da rainha. Como a Troca da Guarda do Palácio ocorre às 11:15h, eu não consegui programar o passeio a tempo de assistir. Me consolei em observar a beleza do local sem aquela multidão de turistas.

O próximo destino foi o British Museum e o mergulho no conhecimento para explorar um pouco sobre a história da civilização humana, através da arte grega e egípcia, a famosa Pedra Roseta e mais. A arquitetura interna e externa também impressiona, a dica é reservar um bom tempo para poder observar cada detalhe e sugar cada informação.

No segundo dia fui conhecer a London Eye e o Big Ben, com sua imponente arquitetura gótica cheia de detalhes que são impossíveis de descrever em um texto. Infelizmente só visitei ambas as atrações de fora e perdi a oportunidade de ter uma vista panorâmica da cidade.

Peguei o metro e fui conhecer a London Brigde, uma ponte vitoriana de mais de 120 anos. A região que cerca a ponte é linda e muito charmosa. No caminho para a London Tower, que fica logo ao lado da ponte, acabei encontrando o Borough Market, um mercado gastronômico rodeado de barraquinhas de comida. A torre era um local usado como Palácio residencial até o século XVII, hoje além de museu é o local que fica localizado as joias da rainha.

De noite ela fica bem mais bonita! #ficaadica

No terceiro dia fiz uma visita a St. Paul’s Cathedral, igreja-mãe da Diocese de Londres, localizada junto à estação de metrô St. Paul’s. A visita em seu interior permite a observação de diversos objetos, pinturas, estátuas e vitrais. De lá, fui explorar o bairro de Nothing Hill, passeamos sem destino por toda a famosa Portobello Market. A região é bem charmosa e cheia de feirinhas. Um dos pontos de destaque foi encontrar uma igreja repleta de cantores de coral no melhor estilo do filme ‘Mudança de Hábito’. 

Londres é uma cidade de fácil locomoção e eu preferi fazer todos os passeios com a ajuda do metrô. Indico que o turista fique por pelo menos cinco dias na cidade, já que a mesma oferece muitas opções de lazer.

Axé!

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