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Paris, je t’aime

Paris, je t’aime a lot demais!

A aventura começou pegando o trem da estação St. Pancras, em Londres para Paris, pela Eurostar. A viagem durou cerca de 02 horas e 15 minutos, é bastante confortável e conta com um momento bem interessante: o trem passa pelo Canal da Mancha, o Eurotunel, uma extensão de 50,4km (37,9 km deles submersos) que chega a 75 metros de profundidade, é feito de concreto e passa por baixo do solo, no fundo do mar. Tudo bem que não é possível ver o fundo do mar, mas só de saber que você está em um trem dentro mar, já está valendo! rs

Fiquei hospedada na Rue du Faubourg Saint Honoré, no Hotel de Castiglione. O hotel escolhido foi estratégico, localizado bem no centro da cidade e de frente para a Torre Eiffel. Obs: O café da manhã conta com os melhores croissants. Check-in feito, resolvi pegar o ônibus L’open Tour, com direito a 02 dias de passeios turísticos. Um dos pontos de saída fica em frente à Igreja La Madaleine, primeira arquitetura diferenciada que encontrei na cidade e as surpresas só haviam começado.

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O ônibus passou pela Ópera Garnier, um dos maiores teatros mundiais, além de ser um espetáculo internamente; seguiu pela Venue de L’Opera, a única avenida da cidade que não possui árvores; rodeou a praça onde Joana D’arc foi flechada; andou sob a Pont Neuf, a mais antiga ponte que cruza o rio Sena e a primeira a ser asfaltada na cidade; e por fim, chegou no meu destino: a Cathédrale Notre Dame. A catedral foi construída na Ile de la Cité e a obra durou cerca de 150 anos. Caso queira conhecer as famosas gárgulas, é necessário subir os 423 degraus até o topo. Eu preferi observar a parte interna da catedral e os seus lindos vitrais espalhados por todos os cantos.

Da catedral, peguei o ônibus até o Panthéon, construída para homenagear pessoas importantes como Victor Hugo e de lá, fui passear a pé, passando pela praça da Bastile, chegando ao Palais Omnisports, onde acontecem concertos de ópera, rock, jogos olímpicos. Os passeios a pé permitem que cada esquina, loja e beco se tornem atrações turísticas (já que tudo ganha um charme extra com a arquitetura e palavras francesas).

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Fiz uma pausa no almoço para digerir tantas coisas lindas visitadas. A parada seguinte foi conhecer o Jardin du Luxembourg, contemplando 22 hectares de canteiros floridos, árvores, lagos, além de 106 esculturas espalhados pelo jardim. Explorei alguns cantos do jardim e fui caminhando até o Hotel des Invalides, construído para abrigar feridos das muitas guerras.

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No segundo dia fui conhecer a Rua de La Chauseé, no bairro Montmatre, uma das regiões mais bucólicas da cidade por causa de suas ruas arborizadas, pintores de rua, cafés, cabarés e o Moulain Rouge. O que mais chamou atenção no local foi a Basilique du Sacré Coeur e sua arquitetura bizantina, construída com mármore que dá o tom de branco ao local. Para chegar até ela é necessário subir muitos degraus rodeados de ambulantes tentando a todo custo vender souvenirs. Ao chegar lá em cima, há artistas tocando e detalhes únicos que só ficam gravados na memória, já que não é permitido tirar fotos internamente.

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De lá, fui com o ônibus de turismo até a famosa Av. des Champes-Élysées, também conhecida como a mais bela avenida do mundo. Andei pelas ruas arborizadas, entrei nas lojas de marcas e acabei escolhendo almoçar no George V, um restaurante com cadeiras na rua que fica bem próximo ao Arc de Tríumphe.

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Depois do almoço, o destino foi apenas um: contemplar a tão esperada Tour Eiffel e seus 300 metros de altura e 7,3 mil toneladas. Infelizmente não pude subir na torre por conta da greve que estava acontecendo no período que estava lá. A diversão foi tirar fotos, de todos os ângulos, poses e criatividade, até escurecer.

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O terceiro dia escolhi almoçar de frente para o Jardin des Tuileries, situado entre a Praça da Concórdia e o Louvre. De lá, fui conhecer o Museu do Louvre e sua Monalisa, Aphrodite, Venus de Milo, histórias e mais. Depois de 03 horas lá dentro sai para andar pelas ruas de Paris, sem destino, apenas me apaixonando por cada esquina. A cada lugar que você olha, tem um monumento, um prédio, uma história para conhecer.

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A despedida? Com o coração apertado, vontade de conhecer muitos outros pontos turísticos, como o Palácio de Versalhes que estava fechado por conta da greve. Afinal, Audrey Hepburn estava certa ao dizer que “Paris é sempre uma boa ideia”.

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Axé!

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